ASTHEMG realiza assembleia no hospital João Penido que sofre com a ameaça de OSs

Na última terça-feira, 11/01, A ASTHEMG e o SINDPROS estiveram em Juiz de Fora no hospital Regional João Penido, que está sob ameaça de terceirização pelas OSs. A Fhemig já abriu processo licitatório para entregar o hospital para uma empresa privada.

A Assembleia realizada com os trabalhadores do hospital iniciou explicando os riscos da transferência da gestão do hospital para uma Organização Social/Terceirização. Carlos Martins desmentiu os informes da Fhemig que tentar enganar os trabalhadores com informações superficiais quanto as perdas que irão ocorrer quando uma empresa privada tomar o hospital.

Sabemos que perdas salariais acontecerão, sucateamento de serviços, piora no atendimento à população, falta de materiais, salários atrasados, insumos de baixa qualidade e corrupção. Esse é o retrato das OSs que foram implantadas em outras cidade e estados.

Conhecemos o governo Zema, ele vem tentando reduzir nossos ganhos nos 4 anos de mandado, não negociou nenhum aumento, atacou os hospitais e não vai terceirizar os hospitais para melhorar o serviço à população.

Como encaminhamento na luta contra as OSs os trabalhadores decidiram por iniciar as mobilizações no hospital e cidade, como a realização de audiências públicas, mobilização da população, políticos e entidades. Os trabalhadores decidiram realizar uma GREVE.

Não podemos deixar que esse processo de terceirização inicie. Zema e a Fhemig irão iniciar no João Penido um projeto perverso que será para todos os hospitais da rede: TERCEIRIZAR E ACABAR COMO SERVIÇO PÚBLICO.

Na última terça-feira, 11/01, A ASTHEMG e o SINDPROS estiveram em Juiz de Fora no hospital Regional João Penido, que está sob ameaça de terceirização pelas OSs. A Fhemig já abriu processo licitatório para entregar o hospital para uma empresa privada.

A Assembleia realizada com os trabalhadores do hospital iniciou explicando os riscos da transferência da gestão do hospital para uma Organização Social/Terceirização. Carlos Martins desmentiu os informes da Fhemig que tentar enganar os trabalhadores com informações superficiais quanto as perdas que irão ocorrer quando uma empresa privada tomar o hospital.

Sabemos que perdas salariais acontecerão, sucateamento de serviços, piora no atendimento à população, falta de materiais, salários atrasados, insumos de baixa qualidade e corrupção. Esse é o retrato das OSs que foram implantadas em outras cidade e estados.

Conhecemos o governo Zema, ele vem tentando reduzir nossos ganhos nos 4 anos de mandado, não negociou nenhum aumento, atacou os hospitais e não vai terceirizar os hospitais para melhorar o serviço à população.

Como encaminhamento na luta contra as OSs os trabalhadores decidiram por iniciar as mobilizações no hospital e cidade, como a realização de audiências públicas, mobilização da população, políticos e entidades. Os trabalhadores decidiram realizar uma GREVE.

Não podemos deixar que esse processo de terceirização inicie. Zema e a Fhemig irão iniciar no João Penido um projeto perverso que será para todos os hospitais da rede: TERCEIRIZAR E ACABAR COMO SERVIÇO PÚBLICO.

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