Os trabalhadores da Fhemig demonstram ao governo Zema e a Fhemig que não tolerarão mais a retirada de direitos e muito menos as mentiras de ZEMA, para não pagar o Piso Salarial da Enfermagem na Fhemig. A resposta dos trabalhadores hoje foi nas ruas e irá ser nas urnas.

Mais de 400 trabalhadores da rede Fhemig pararam hoje e fizeram uma grande passeata, lotando as ruas e avenidas do centro de Belo Horizonte até a Praça da Estação. Os trabalhadores da Fhemig foram gigantes, e pararam, a avenida Afonso Pena e a avenida Amazonas, até se unirem aos colegas da enfermagem pública e privada em protesto contra a suspensão do pagamento do piso salarial.

Cerca de 50 mil profissionais da enfermagem ocuparam as ruas de Belo Horizonte como nunca foi visto e realizaram um grande ato. Pelas principais ruas do centro o protesto teve seu desfecho na Praça Sete, onde os caminhões de som pararam o trânsito das principais avenidas da capital. A população demostrou seu apoio aos trabalhadores da saúde por onde passavam.

As entidades sindicais da rede privada e pública foram categóricas ao afirmar que irão manter a mobilização até que a lei seja cumprida e o piso pago. Apesar do piso da rede pública só iniciar em janeiro de 2023, essa luta contra a suspensão é de todos e o apoio da ASTHEMG e SINDPROS juntamente com os trabalhadores da Fhemig foi parabenizado pelas outras categorias.

Como de se esperar a Fhemig e Zema entraram na justiça para impedir a paralisação dos trabalhadores da Fhemig hoje, 21/09, mas dessa vez o Juiz negou o pedido da Fhemig e desmentiu as alegações da Fhemig.

No pedido a Fhemig mente ao falar que o SINDRPOS não é legítimo, que a greve é injusta, que os trabalhadores não realizariam as escalas e que haveria prejuízo. Mas, dessa vez o Juiz que analisou o pedido contestou todas as alegações da Fhemig.

O Juiz cita que a paralisação é justa e um direito garantido aos trabalhadores. Destacou ainda que o ofício encaminhado pelo SINDPROS para Fhemig prova que o sindicato informou dentro do prazo e respeitou as escalas mínimas para a paralisação.

O Juiz pontuou também que o SINDPROS é um sindicato legal, representa os trabalhadores da Fhemig e com os registros válidos. Essa paralisação e protesto é a demonstração de força e importância dos trabalhadores da rede Fhemig.

Zema que é candidato à reeleição já deixou claro que caso seja eleito não irá pagar o piso salarial para Fhemig. Os trabalhadores da Fhemig devem ficar atentos e prontos para voltar as ruas caso isso aconteça.

By asthemg

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